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Demon Hunter processa Netflix por KPop Demon Hunters

  • há 13 horas
  • 2 min de leitura
Demon Hunter processa Netflix por KPop Demon Hunters
Foto: Tyler Byars

O nome “Demon Hunter” já circulava no metal muito antes de virar parte de um dos maiores fenômenos da Netflix. Agora, a banda quer que a Justiça diga até onde a gigante do streaming pode ir com “KPop Demon Hunters”.

 

O grupo, por meio da empresa Hyde Lane, processou na terça-feira (18) a Netflix, a Netflix Studios e a promotora AEG Presents, acusando as empresas de violação de marca registrada e concorrência desleal. A ação foi apresentada no Distrito Central da Califórnia.

 

Na queixa, a banda diz ter construído a marca ao longo de quase 25 anos, com discos, turnês e produtos. O problema, afirma, ganhou outra proporção depois da estreia do filme em 2025 e, principalmente, com a exploração comercial da trilha sonora, merchandising e shows.

 

A situação ficou ainda mais espinhosa com a parceria entre Netflix e AEG para uma turnê mundial de “KPop Demon Hunters”, prevista para 2027 e anunciada para 150 cidades.

 

Para o Demon Hunter, a combinação dos nomes já provocou confusão entre consumidores. A banda afirma que estabeleceu a marca primeiro e acusa as empresas de, usando uma estrutura muito maior, “eclipsar” sua identidade comercial.

 

A queixa pede que a Netflix seja impedida de usar “KPop Demon Hunters” em músicas, apresentações ao vivo e produtos, além de indenização em valor ainda não especificado.

 

Formado em 2002, o Demon Hunter tem 12 álbuns de estúdio e histórico forte nas paradas da Billboard. O trabalho mais recente, “There Was A Light Here”, saiu em setembro passado pelo selo próprio Weapons MFG.


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Do outro lado, “K-Pop Demon Hunters” virou uma máquina de sucesso. Dirigido por Maggie Kang e Chris Appelhans, o filme acompanha o grupo fictício HUNTR/X, formado por Rumi, Mira e Zoey, três estrelas do K-pop que também caçam demônios.

 

O longa se tornou o filme em inglês mais popular da história da Netflix, enquanto a trilha recebeu cinco indicações ao Grammy. “Golden” ainda levou o Oscar de Melhor Canção Original.

 

Agora, a velha banda de metal e o fenômeno pop da Netflix vão resolver a briga no lugar menos rock'n'roll possível: um tribunal.

 
 
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