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Um ano da morte de Roger Martinez, do Vengeance Rising

  • há 22 horas
  • 1 min de leitura
Roger Martinez, do Vengeance Rising
Reprodução/IA

Faz exatamente um ano que a chamada cena do metal cristão recebeu uma notícia difícil. Em 26 de junho de 2025, o pastor Bob Beeman confirmou a morte de Roger Martinez, vocalista do Vengeance Rising. O músico tinha 63 anos e enfrentava um câncer.

 

Para muita gente, Martinez foi uma das vozes mais marcantes do thrash do fim dos anos 1980. Com o Vengeance Rising, banda formada em Los Angeles em 1987, ajudou a provar que era possível fazer um som tão pesado quanto o das grandes referências do gênero sem abrir mão das letras de temática cristã.


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A banda lançou quatro discos entre 1988 e 1992: Human Sacrifice, Once Dead, Destruction Comes e Released Upon the Earth. O primeiro segue como um clássico cultuado por fãs até hoje. Não só pelas músicas, mas também pela intensidade dos shows, que incluíam encenações da crucificação de Cristo e uma presença de palco pouco comum para o mercado identificado como gospel.

 

A carreira de Martinez, porém, ficou marcada por uma guinada que dividiu opiniões. Depois de atuar como pastor, ele rompeu com o cristianismo nos anos 1990, passou a criticar publicamente a fé e se afastou dos antigos companheiros. A ruptura gerou conflitos com músicos da chamada cena do metal cristão, entre eles Steve Rowe, do Mortification.

 

Enquanto os demais integrantes seguiram com o Once Dead, Martinez manteve os direitos sobre o nome Vengeance Rising e chegou a anunciar novos projetos, que nunca foram concluídos.

 

Para alguns, ele foi um pioneiro do thrash ligado ao universo cristão. Para outros, uma figura controversa que terminou distante da mensagem que ajudou a divulgar.

 
 
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