Déio Tambasco expõe bastidores e virada no Oficina G3
- 24 de jan.
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Em papo no Starling Cast, com Mateus Starling, o guitarrista Déio Tambasco falou sobre suas duas passagens pelo Oficina G3, bastidores, tropeços e o que mudou ao longo do caminho.
Aos 53 anos, ele admite que exagerou na primeira fase, entre 2004 e 2008. “Eu vinha querendo fazer solo com a guitarra nas costas. Isso não se faz, cara”, disse, rindo das próprias escolhas.
Na segunda rodada, de 2023 a 2025, o foco mudou: agora o objetivo é fazer o vocalista Juninho brilhar. “Hoje, quando o Juninho vira pra mim ‘vai’, eu vou com alegria. Se o Juninho fizer, eu faço”, contou. Ele diz passar o show “caçando os lugares que estão a demanda de presença”, enquanto divide o palco com o baixista Duca - que, além de tudo, é seu irmão. “Não é preencher buraco, é compor a cena mesmo.”
O momento mais inusitado, porém, veio em 2005. Durante turnê no Nordeste, após um show em Recife, Juninho teve hemorragia por causa de uma cirurgia e precisou ser internado. Tambasco, com apenas uma semana de banda e ainda decorando as músicas, acabou virando vocalista improvisado.
“Cara, como assim? Eu tô tão concentrado na guitarra pra não errar e aí vou cantar?”, relembrou. Foram cinco shows sem teleprompter e com as letras espalhadas pelo chão. “Cada lugar do palco que eu tava é porque eu tava lendo letra, não porque eu tava performando”, brincou.
Assista à conversa completa:



