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Dolly Parton deixa legado que vai muito além do country

  • há 2 dias
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Dolly Parton em 2025. Crédito: Jason Kempin/Getty Images
Dolly Parton em 2025. Crédito: Jason Kempin/Getty Images

Dolly Parton vendeu mais de 100 milhões de discos, lançou 49 álbuns solo e ganhou 11 Grammys. Até  a ovelha que se tornou o primeiro mamífero clonado do mundo recebeu esse nome em homenagem à cantora.

 

Nascida em 1946, em Pigeon Forge, Tennessee, Dolly cresceu numa família de 12 filhos e começou a cantar na igreja aos seis anos. Aos 13, já se apresentava no Grand Ole Opry. Depois de chegar a Nashville, em 1964, conheceu Carl Dean, seu marido por décadas. A carreira explodiu com The Porter Wagoner Show, seguida por músicas como “Jolene” e “I Will Always Love You”, além de sucessos no cinema como 9 to 5. A versão de Whitney Houston para sua canção ficou 14 semanas no topo da Billboard.

 

A mistura de talento, negócios e generosidade virou sua marca. Dolly recusou ceder metade dos direitos de “I Will Always Love You” para Elvis Presley, criou o parque Dollywood, distribuiu 100 milhões de livros pela Imagination Library e, mesmo com uma fortuna estimada em US$ 650 milhões, manteve uma imagem ligada às suas raízes. Em 2014, cerca de 180 mil pessoas foram ao Glastonbury para vê-la no palco Pyramid, onde ela cantou, brincou com a lama e tocou até um saxofone coberto de strass. Em 2023, lançou Rockstar, seu primeiro álbum de rock.

 

Após a morte de Carl, aos 82 anos, em 2024, Dolly gravou “If You Hadn’t Been There” para homenageá-lo. Problemas de saúde fizeram com que sua residência de seis shows em Las Vegas fosse adiada para setembro de 2026 e depois cancelada. Em sua última grande aparição pública, no aniversário de 41 anos do Dollywood, ela disse: “Eu simplesmente fiquei desgastada e exausta”. As informações acima foram baseadas no relato de Jordan Bassett para a NME.com, publicado em 25 de agosto de 2026.

 
 
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