John Cooper relembra infância em igreja que demonizava o rock
- Redação SVM

- 24 de dez. de 2025
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John Cooper, vocalista da banda Skillet, contou recentemente no podcast da BlazeTV, apresentado por Allie Beth Stuckey, que cresceu ouvindo que o rock era uma ferramenta do diabo.
Criado em uma família evangélica rígida, ele relatou que a igreja pregava a graça, mas impunha regras sobre roupas, cores e música, incluindo a ideia de que a distorção de guitarra seria “maligna”. Ainda adolescente, Cooper passou a questionar o que via como incoerência teológica, afirmando que, segundo a Bíblia, o diabo não cria nada, apenas distorce.
A morte da mãe, vítima de câncer quando ele tinha 15 anos, marcou esse processo. Antes de morrer, ela teria dito, sob efeito de medicamentos, que o filho levaria pessoas ao inferno por meio da música cristã - algo que o assombrou por anos. Mesmo assim, Cooper afirmou que seguiu em frente por acreditar ter sido chamado por Deus para a música.
Hoje, ele defende que nenhum gênero musical pertence a Satanás e que a música foi criada por Deus, podendo ser usada tanto para o bem quanto para o mal. À frente do Skillet, que lançou álbum novo em 2024, Cooper diz que nunca quis abandonar o cristianismo, mas sim o legalismo - e que é possível fazer rock pesado sem abrir mão da fé.








