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Céu Aberto em destaque: a análise da Super Gospel Mais

  • Foto do escritor: Redação SVM
    Redação SVM
  • 22 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura
O rock da Céu Aberto que a IA não entregaria
Divulgação

O rock da Céu Aberto que a IA não entregaria

Publicada por Super Gospel Mais em: 21/12/2025

 

Banda gaúcha Céu Aberto lança o EP “Entre o Céu e Eu”, com rock cru, humano e sem IA. Três faixas honestas que apostam no contraste, no minimalismo e na estética retrô

 

A Céu Aberto, banda de Sapucaia do Sul (RS), lançou o EP “Entre o Céu e Eu”, três faixas de rock cru, sem vontade de soar maior do que são. Não há ali o desespero educado de agradar todo mundo. E isso, curiosamente, funciona.

 

O EP fisga por contraste. Em tempos de canções compostas por IA, com acesso ilimitado às emoções humanas, a Céu Aberto soa “sou humano, não consigo ser perfeito”.

 

Formada por Day Werner e Rodrigo Ribeiro, a dupla até cita o quarteto de Liverpool como influência, mas o som chega mais perto do rock de garagem, com espírito punk, produção sem polimento e uma estética que lembra Ana Frango Elétrico e até “Little Bitty Pretty One”, que voltou a circular por aí como se tivesse sido lançada ontem. Nada é gritado. Tudo existe do jeito que dá.

 

 
 
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