top of page

Extol volta ao ataque com “The One And The Many”

20 de ago.
2 min de leitura
Extol anuncia álbum após 13 anos
Reprodução

Extol resolveu reaparecer depois de 13 anos sem álbum de estúdio. E não voltou exatamente para tomar chá com a nostalgia: “The One And The Many” abre o novo trabalho e já aponta para um som pesado, sombrio e pouco interessado em pedir licença.

 

Com lançamento marcado para 6 de novembro pela Solid State Records, o disco retoma a veia extrema que marcou Burial, de 1998, incluindo ecos de black metal em meio a estruturas erráticas e mudanças bruscas. A ideia é provocar uma sensação de colapso psicológico. No tema, o Extol mira o tribalismo moderno, a divisão ideológica e a forma como religião, política e internet ajudam a manter velhos dogmas de pé.


extol

Christer Espevoll, guitarrista e um dos nomes históricos da banda, diz que o grupo quis refletir uma época em que “a verdade parece relativa”, enquanto os dogmas tribais ficam cada vez mais fortes. A faixa também brinca com o velho problema filosófico do um e dos muitos, colocando identidade individual e comportamento coletivo em rota de colisão.


 

A produção foi construída ao longo de um longo período, com gravações no Hawk Studios, Little Cave Studio e Hrada Creative. A mixagem e a masterização ficaram com Jens Bogren, do Fascination Street Studios. A capa é assinada por Hugh Syme, artista conhecido por trabalhos ligados a grandes nomes do rock e do metal.

 

Formado em 1993, em Bekkestua, na Noruega, o Extol ganhou espaço no underground com uma mistura pouco comportada de death metal técnico, melodias incomuns e temas espirituais e filosóficos. Para o novo disco, a formação reúne Peter Espevoll nos vocais, Ole Børud na guitarra, voz e baixo, David Husvik na bateria e Christer Espevoll na guitarra.

 

O álbum terá 11 faixas:

 

1.       “The One And The Many”

2.       “Disintegrate”

3.       “Sanctum”

4.       “Merciless Hunger”

5.       “Vile Path”

6.       “Phantom Dismay”

7.       “Shield And Alibi”

8.       “Wrecked Within Walls”

9.       “Dimness Of Lingering Gloom”

10.   “Beneath The Dirt”

11.   “End Of Times”

 

Depois de mais de uma década sem um álbum de inéditas, o retorno do Extol chega com uma pauta curiosamente atual. Menos nostalgia pela nostalgia e mais vontade de cutucar a cena, o mercado e as certezas de gaveta.



 
 
bottom of page